1
Há uma terra de prazer,
Morada dos que crêem;
O dia eterno reina ali.
Tristezas nunca têm.
2
É primavera sempre ali,
E as flores durarão:
Alegres campos, verdes, há
Na celestial Sião.
3
Porém à entrada do país
Há mui profundo mar;
Por suas águas, nós mortais ,
Havemos de passar.
4
Os viajantes com temor,
À vista desse mar;
Transidos tremem de terror
E querem recuar.
5
Mas o Senhor caminho abriu,
Tirou da morte o horror;
Com gozo os salvos hão de entrar
Naquele lar de amor.