Não te desculpes, não, há muito que fazer;
Sê pronto para a ação, cumprindo o teu dever.
Não menosprezes, não, a voz de Deus a ti,
Pois certo galardão terás já mesmo aqui.
Vem, oh! vem! Não te desculpes, não;
Vem, oh! vem! Sê pronto para a ação.
Não te desculpes, não, pois poderás ouvir:
“É tarde, o galardão não deverás fruir.”
Não te desculpes, não, enquanto Deus chamar,
Não zombes da missão que te quer confiar.
A ceara branca está, obreiros - onde estão?
Não ouves acolá, chamar a multidão?
Vem, oh! vem! Não te desculpes, não;
Vem, oh! vem! Sê pronto para a ação.
Não te desculpes, não, pois poderás ouvir:
“É tarde, o galardão não deverás fruir.”
Não te desculpes, não, não podes demorar,
Porque, afinal, em vão irias procurar.
Enquanto é tempo, vem, a obra te entregar,
Pois Cristo quer também a benção te outorgar.
Vem, oh! vem! Não te desculpes, não;
Vem, oh! vem! Sê pronto para a ação.
Não te desculpes, não, pois poderás ouvir:
“É tarde, o galardão não deverás fruir.”