Os cento e quarenta e quatro mil,
Na vida temporal,
Guardaram a Lei, até um til,
Venceram todo o mal.
E lá, no mar,
Estavam a cantar.
E lá, no mar,
Com harpas, reboar.
No belo monte de Sião,
Selados com sinal,
Irrepreensíveis eles são,
Nas águas de cristal.
E lá, no mar,
Estavam a cantar.
E lá, no mar,
Com harpas, reboar.
E ao Cordeiro seguirão:
Suas primícias são.
Seu belo hino cantarão,
E o hino de Moisés.
E lá, no mar,
Estavam a cantar.
E lá, no mar,
Com harpas, reboar.
Assim, seguiram a Jesus,
Seguiram Sua luz.
P’ra que O servisem
mais e mais,
Os trasladou Jesus.
E lá, no mar,
Estavam a cantar.
E lá, no mar,
Com harpas, reboar.
Ó, que delícia perenal,
Que paz celestial!
Além do grande e turvo mar,
O cristalino mar!
E lá, no mar,
Estavam a cantar.
E lá, no mar,
Com harpas, reboar.