Ó, onde os obreiros
p’ra trabalhar
Nos campos tão
vastos a branquejar?
A causa requer prontidão, vigor,
Ó, quem quer ceifar
com desvelo e ardor?
Onde os obreiros?
Ó, quem quer ir
Nos campos tão vastos
a escassez suprir?
Quem quer decidir,
hoje, se entregar,
E os frutos benditos
arrecadar?
O joio está a proliferar,
E o trigo do Mestre
quer sufocar.
Ceifeiros, avante,
no campo entrai;
O dia declina, ceifai, ceifai!
Onde os obreiros?
Ó, quem quer ir
Nos campos tão vastos
a escassez suprir?
Quem quer decidir,
hoje, se entregar,
E os frutos benditos
arrecadar?
Eis portas abertas à pregação!
Nações suspirando
por salvação!
Ó, onde os obreiros
p’ra anunciar
De Deus o perdão,
de um amor sem-par?
Onde os obreiros?
Ó, quem quer ir
Nos campos tão vastos
a escassez suprir?
Quem quer decidir,
hoje , se entregar,
E os frutos benditos
arrecadar?