Devocionais Diários

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Devocional Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2026

Não sejamos como a cidade de Meroz

Meditação Matinal · Um grande desafio 2 min de leitura

“Amaldiçoai a [cidade de] Meroz, diz o Anjo do Senhor; ferozmente amaldiçoai os seus moradores, porquanto não vieram em socorro do Senhor, em socorro do Senhor, com os valorosos”

Juízes 5:23

Há uma classe representada por Meroz. O espírito missionário jamais se apoderou de sua alma. Os apelos das missões estrangeiras não os despertaram para a ação. Que contas prestarão a Deus esses que coisa alguma estão fazendo em Sua causa — coisa alguma para ganhar almas para Cristo? — Historical Sketches of the Foreign Missions of the Seventh Day Adventist, p. 290.

Como ilustração da falha da parte de vocês em virem ao socorro da causa de Deus, como seria seu privilégio, foram-me lembradas as palavras: [é citado Juízes 5:23]. — Testemunhos para a igreja, vol. 2, p. 247.

Foi-me apresentada uma classe cônscia de possuir impulsos generosos, sentimentos de devoção, e amor ao fazer o bem; entretanto, ao mesmo tempo nada estão fazendo. Possuem sentimentos de complacência própria, lisonjeando-se de que, se tivessem oportunidade, ou as circunstâncias fossem mais favoráveis, poderiam fazer e fariam uma grande e boa obra; mas aguardam a oportunidade. [...] Os que se entregam à sua avareza e egoísmo, são responsáveis por seus atos mesquinhos, e responsáveis também pelos talentos dos quais abusam. Mais responsáveis, porém, são os que têm impulsos generosos, e são naturalmente ligeiros em discernir coisas espirituais, se permanecerem inativos, aguardando uma oportunidade que supõem não haver chegado, e ao mesmo tempo comparando sua disposição de agir, com a disposição do mesquinho, e refletindo que seu estado é mais favorável do que o de seus semelhantes de alma mesquinha. Esses se enganam a si mesmos. A mera posse de qualidades que não se põem em uso, tão-somente lhes aumenta a responsabilidade; e se deixam inaproveitados ou entesourados os talentos de seu Senhor, seu estado não é melhor que o de seus semelhantes, por cuja alma sentem tanto desprezo. A eles se dirá: “Vocês sabiam da vontade do Senhor, mas não a cumpriram”. — Testemunhos para a igreja, vol. 2, pp. 250 e 251.

Reflexão por Ellen G. White

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